quinta-feira, 11 de outubro de 2012

LUTO E MELANCOLIA

Um dos pensamentos anteriores à 2ª Tópica de Freud. A base do que vamos pensar é que a psicanálise fala de coisas que não são novas, mas como é extremamente desconfortável, não é fácil se falar ou pensar nestes determinados assuntos.
Enquanto as outras teorias procuram entender tudo de forma intelectual, a psicanálise foca o emocional.
Toda vez que perdemos algo muito importante, passamos pelo LUTO. A perda começa desde o parto – a perda do ambiente uterino em troca do mundo lá fora.

RECOLHIMENTO
Na perda, nos recolhemos do mundo externo e nos voltamos para o mundo interno, nos desinteressando pelo que está lá fora.
Somos abandonados por Eros e ficamos a mercê de Thanatos.

ESQUEMA DO LUTO
Quando o EU percebe o perigo, há o recolhimento até que consiga entender o que está a sua volta e seja capaz de reformular seu mundo sem o objeto perdido.
Há momentos que é necessário entender-se sem o outro – Narciso: no sentido de se valorizar.

MELANCOLIA

Melankholia –
do grego kholes (bílis) e mêlas (negro), literalmente "bílis negra".

Quando perde-se a coisa, ou acontecerá o luto como processo, algo que se transforma, ou a melancolia como estado, algo estanque.
Na melancolia, o próprio EU se perde com o objeto. O sujeito chega a atribuir todos os seus fracassos à perda desse objeto. Ex: o autista. Trata-se de uma melancolia crônica. Ele vive como se ainda estivesse no útero, sem precisar estar inserido socialmente, etc.
A melancolia é caracterizada pelo Narcisismo. Preciso
 do OUTRO para ser EU. Se o OUTRO morrer, ou se morre junto, ou torna-se o OUTRO para viver.

NECESSIDADE DE DEPRIMIR-SE


Incapacidade de superar aquilo que foi perdido. O que vai acontecer a partir da perda dependerá do vínculo que se tinha com a coisa.

OPORTUNIDADE NA PERDA
Podemos construir, mas é preciso estar forte o suficiente para isso.


Inspirado nas aulas de Renato Dias Martino - Professor, Escritor e Psicoterapeuta

quarta-feira, 25 de abril de 2012

ANDAR NA LUZ

A luz é muito importante para a vida na terra. Animais precisam de luz (que produz calor por exemplo) para sobreviver, os vegetais que precisam da luz para a fotossíntese, flores que precisam de luz para florir. 


Até se nós seres humanos, estivermos num lugar mal iluminado podemos ficar estressados ao fazer nosso trabalho e perdermos a noção de dia e noite se ficarmos por dias em uma sala escura.
A primeira coisa que Deus disse ao ver o caos que estava sobre a terra e resolver criar o que existe hoje foi: Haja luz (Gn. 1.1-4). Ele viu que havia trevas sobre a face do abismo, e fez separação entre luz e trevas. Com a luz, “tudo ficou às claras”.


Mas como isso interfere na nossa vida espiritual? Vamos começar entendendo como o evangelho chegou até nós.
Jesus é considerado por muitos estudiosos um mártir que morreu por seus ideais, assim como Sócrates, Ghandi, Espártaco e outros. Mas o que diferencia Jesus de todos eles é o motivo e objetivo de sua morte, completamente diferente de todos os outros.
Jesus morreu porque não havia mais solução para o pecado da humanidade. Deus nos deu antes de Jesus 5 chances de nos consertarmos: 1ª Inocência


era só não comer do fruto; 2ª Consciência -


já que falhamos na primeira, saber escolher entre o bem e o mal (moralidade); 3ª Governo humano


como falhamos mais uma vez, Deus deu a terra purificada (depois do dilúvio) e os homens justos que se salvaram, Noé e sua família deveriam governar a terra com justiça; 4ª Promessas


como o homem falhou mais uma vez, Deus destruiu a torre de Babel e fez uma aliança com Abraão, exigindo obediência; 5ª  Lei – 




falhou-se novamente então Deus constituiu regras para serem obedecidas, o que incluía a morte de animais inocentes em lugar dos pecados dos homens.
Deus poderia simplesmente nos aniquilar e começar tudo de novo, afinal, Ele não nos deve explicação nenhuma, e esta além das leis da física, química e biologia. Mas Ele preferiu dar a Si mesmo pelas nossas vidas. Fico à meditar nesse mistério e sou constrangida a pensar: Jesus que amor é esse? 


Somos completamente ingratos e o Senhor ainda nos dá crédito? Eu jamais padeceria 1% do que Ele padeceu por alguém que desprezasse e Ele fez isso por toda a raça humana, mesmo sabendo que mesmo justificados, o entresteceríamos muitas e muitas e muitas vezes. Enfrentar o desprezo de Deus mesmo sabendo que após Seu sacrifício continuaríamos a cair nos mesmos erro? Isso é demais pra mim.
E uma das coisas que fazemos sem perceber é achar que somos bons o suficiente pra merecer a GLÓRIA, que nossa santidade deve ser recompensada no mínimo com a SALVAÇÃO.  Pensamos que toda a palavra toca o nosso coração, que em determinados assuntos já somos experts, e já podemos “virar a fase do jogo”. É aí que nos deparamos com I João 1.5: Deus é luz, e nele não há treva alguma. As trevas nos deixam atordoados, sem conseguir ver o que está a nossa frente, inseguros. 


Em Deus nada disso acontece. Agora, se dissermos que mantemos comunhão com Ele e andarmos nas trevas, mentimos e não praticamos a verdade. Se em algum momento sentimos dúvida que o que estamos fazendo não é bem o que um cristão faria, estamos inseguros, ou seja, andando em trevas sem comunhão com Deus. Mas se porém, andarmos na luz, como Ele está na luz, mantemos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, Seu Filho nos purifica de todo pecado.


Aqui está a chave que abrirá a porta da sala em trevas trazendo a luz: o sangue de Jesus. Sangue humano de um ser 100% homem e 100% divino. O ser glorioso que existe por Si só, antes da fundação do mundo e que é o único que tem poder pra salvar. Esqueça suas boas ações, só o seu sacrifício é suficiente pra salvar.
A verdade é que se dissermos que não temos pecado nenhum, a nós mesmos nos enganamos, e a verdade não está em nós. Algumas religiões e filosofias de vida pregam que é possível alcançar um estado onde o mal não nos alcança (Nirvana) e você pode estar em contato com a totalidade do universo (cosmos) e sermos Deus. Ou mesmo dentro da igreja, achamos que estamos em tamanha comunhão com Deus, que nossa mente vive santa e que um ato falho, ah, nem precisa pedir perdão por isso. Mas a nossa condição para ser justificado é reconhecer que todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus. 


Somente se confessarmos os nossos pecados é que alcançamos a graça, favor imerecido de Deus, pois Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça.
Todos estas frases grifadas são os versículos de I João 1.5-10. Estes versículos tem a conjunção de condição “se”, ou seja, ou eu faço o que está escrito, ou viverei separado de Deus. E que contendeu com Deus e teve paz? O mais grave é que se dissermos que não temos cometido pecado, fazemo-Lo mentiroso, e a Sua palavra não está em nós! Tudo que fizermos dentro da igreja será em vão! Se eu não tiver a capacidade de admitir que falho, que há muitas coisas que precisam ser mudadas em nós, pricipalmente aquelas que “levantamos a bandeira” como lema de vida, estamos chamando Deus de MENTIROSO, estamos DESPREZANDO seu sacrifício na cruz.

E EM MEIO A TODO ESSE UNIVERSO, DEUS OLHA PRA VOCÊ! (parte 2)

E o que eu quero te dizer nesta mensagem é que você é a “obra prima” de Deus! Apesar de toda essa complexidade que nos cerca, somos um povo, uma criação mais do que criatura, somos chamados de filhos!!! Como está escrito em ¹João 1.2:
“Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que crêem no seu nome; 


Em todas as outras criações, Deus simplesmente disse “Haja”, e tudo se formou, mas o homem, Deus literalmente “pôs a mão na massa” para fazê-lo (ver Gn. 2.7), 


pegou o barro, se aproximou e soprou em suas narinas, trazendo fôlego de vida vindo diretamente dele. 


A vida estava em todo o jardim: animais, plantas, mas somente nas narinas do homem é que Deus soprou! Ele realmente fez alguém especial, diferente!
Conforme Isaías 6.3, “Toda a terra está cheia da Sua glória”, mas apesar de toda essa glória manifesta, Deus fez você Sua imagem e semelhança (ver Gn. 1.27). Semelhança por possuirmos inteligência e podermos agir emocionalmente e não só instintivamente! Olhem só a complexidade do nosso corpo:
Possuímos quando adultos ²206 ossos – responsáveis pela nossa sustentação.
600 músculos aproximadamente – responsáveis por nosso sistema locomotor.
Sistema respiratório – responsável por entrada e saída de oxigênio e gás carbônico.
Sistema circulatório – levam sangue para dentro e para fora do coração, órgão vital.
³Sistema Tegumentar – responsável pela proteção de nosso corpo: pele, unha, glândulas e pêlos.
Sistema Reprodutivo – vida gerando vida.
Sistema Digestório – obtém dos alimentos ingeridos os nutrientes necessáriosas diferentes funções do organismo. 
Sistema urinário – elimina materiais inúteis ou prejudiciais ao funcionamento do organismo que não são assimilados.
Sistema nervoso – centro de comando responsável pelo ajustamento do organismo ao ambiente.  É ele quem percebe e identifica as condições reinantes dentro do próprio corpo e elabora respostas que se adaptem a essas condições.


Somos a única espécie que tem consciência de sua existência e de todas as implicações disso! É impossível acreditar que diante de tudo o que nos é revelado, Deus possa continuar em nossas mentes como aquele “carrasco”, aquele ser superior como os deuses mitológicos que simplesmente nos jogou num dos “planetinhas” e agora fica observando de longe pra ver o que acontece... Não!!! Eu não posso acreditar nisso, e você também não!
Quantas vezes nos perguntamos  - “Por que eu nasci?”, “Deus, onde Tú estás?”, Nos sentimos inferiores, indignos, indignados com o que nos acontece!!!


Nós gritamos “Deus olha pra mim”, ou simplesmente nos contradizemos quando nossa vontade é de se esconder como Adão e Eva fizeram quando pecaram no Jardim (ver Gn. 3.8).
Este é o intuito dessa mensagem! Pedirmos a Deus que nos ajude a entender o quanto somos especiais e amados por Ele! Não adianta clamarmos simplesmente por “amostras revelacionais”, pensando que isso nos fará acreditarmos mais Nele e em Sua palavra. Afinal, o povo israelita viu tantos sinais e continuou sem entender a comunhão de Deus com o homem (conforme Êxodo). A mudança tem que ser interior, profunda, diária. Com erros e acertos.
E em meio a todo esse Universo, Deus olha pra você!!!

Referências:

¹Bíblia Sagrada versões: Almeida Revista e Atualizada; Almeida Edição Contemporânea; NVI (Nova Versão Internacional).
²Rozana Anzolim – Aulas Anatomia Humana – Aulas período 14/02 a 17/10/2011.
³Wikipédia – Sistema sensorial, digestivo, urinário, anatomia humana. http://pt.wikipedia.org/wiki/Sistema_tegumentar,
http://pt.wikipedia.org/wiki/Aparelho_digestivo
http://pt.wikipedia.org/wiki/Aparelho_urin%C3%A1rio
http://pt.wikipedia.org/wiki/Anatomia_humana - Acesso em 02/02/2012.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

E EM MEIO A TODO ESSE UNIVERSO, DEUS OLHA PRA VOCÊ! (parte 1)

Confesso que sou muito fã do Mario Sergio Cortella e que o considero "o cara". Assistindo a uma palestra dele no youtube, percebi que sua forma de pensar se encaixaria numa palavra que compartilharia com os jovens da Igreja do Nazareno Impacto. Estou colocando as referências para que todos possam ver os textos usados na íntegra, sendo que toda a narrativa que descreve o universo e o que ele tem são palavras do  sábio Mário (confiram no vídeo, já que também há outras referências juntamente com minhas próprias observações). Então, aí vai a palavra...
¹A ciência acredita que estamos vivendo num dos universos possíveis e que vai desaparecer. A Física Quântica (²quântica vem de quantidade e estuda o que é relativo a moléculas, átomos, elétrons, prótons e outras partículas subatômicas - menores que um átomo), já não trabalha mais com a idéia de universo e sim de multiverso.




O ³universo é constituído de tudo o que existe fisicamente, a totalidade do espaço e tempo e todas as formas de matéria e energia e tendo esta palavra como significado principal "tudo girando como um ou através de um". Já o multiverso, são universos desconectados do nosso, portanto impossíveis de serem detectados experimentalmente. Como diz em Hebreus 11.3:
"Pela fé entendemos que os mundos foram criados pela palavra de Deus, de maneira que o que é visível não foi feito do que se vê."
Só para termos uma idéia, o céu que nós vemos hoje - 2012 - é o céu de 2009, ou seja, de 3 anos atrás!


¹Em nosso universo há provavelmente 200 bilhões de galáxias (aglomerados de gases, estrelas e planetas). Uma delas é a nossa, a Via Láctea, que por sua vez tem 100 bilhões de estrelas.
Uma dessas estrelas é o nosso Sol, uma estrela entre outras 100 bilhões de estrelas que compõe uma galáxia entre outras 200 bilhões de galáxias, num dos universos possíveis e que vai desaparecer.


Em volta do Sol, giram massas planetárias sem luz própria - 9 exatamente - Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano, Netuno e Plutão. 


A terceira delas a partir do Sol é a Terra. A Terra é um "planetinha" que gira em torno de uma "estrelinha" que é uma entre outras 100 bilhões de estrelas que compõe uma única galáxia entre outras 200 bilhões de galáxias num dos universos possíveis e que vai desaparecer.
¹A ciência e todos nós sabemos que nesse nosso planeta tem uma coisa chamada vida. A ciência calcula que em nosso planeta há aproximadamente 30 bilhões de espécies, mas até agora só conseguiu classificar 3 milhões de espécies.




Uma delas é a nossa - o Homo Sapiens. Popularmente conhecido como ser humano!


A nossa espécie é uma entre 3 milhões de espécies que já foram classificadas e que vivem num "planetinha" que gira em torno de uma "estrelinha", que é uma entre outras 100 bilhões de estrelas compondo uma única galáxia entre outras 200 bilhões de galáxias num dos universos possíveis e que vai desaparecer. Aí está você!!! ( continua)


REFERÊNCIAS:

¹Cortella, Sergio Mario - Você sabe com quem está falando? - http://www.youtube.com/watch?v=P3NpHryB-fQ - Acesso em 30/01/2012.

²Wikipédia - Mecânica Quântica - http://pt.wikipedia.org/wiki/Mec%C3%A2nica_qu%C3%A2ntica - Acesso em 02/02/2012.

³Wikipédia  - Universo - http://pt.wikipedia.org/wiki/Universo - Acesso em 02/02/2012.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

O SUJEITO EPISTÊMICO PLENO

Como vimos na postagem anterior (As duas raízes da Psicologia), a partir do século XVI a XVII, há a quebra da idéia e realidade de que as pessoas não precisavam pensar o que seriam ou fariam, já que eram pré-determinados (se nasci servo, vou morrer servo, se nasci senhor, vou morrer senhor). A identidade já era garantida – sapateiro morria sapateiro, semeador morria semeador e etc. Mas a partir dessa ruptura, cada pessoa que nasce pode ser o que quiser, gerando assim experiências individualizadas. É uma possibilidade, mas também exigência: cada indivíduo pode ser o que quiser, mas precisa ser alguém.


Nessa época, o ser humano foi iniciado naquilo que é a questão de todo homem – “Só é possível saber o que é bom e o que é ruim a partir das minhas próprias experiências”, arcando portanto com todas as conseqüências de suas escolhas.


O sujeito nunca viveu algo assim até aquele momento. É tudo muito novo. Quando ele se sente solto, percebe a necessidade de criar formas de controlar tudo que está acontecendo com ele e ao seu redor. Afinal, este homem não tem nenhuma referência anterior. Momento propício para o desenvolvimento do método científico, para explorar e controlar a natureza. Começa então a criar métodos para aproveitar ao máximo o que é extraído desta natureza. Começa no ser humano e termina na natureza.
Mas com todos os benefícios que a Luz lhe trouxe, o homem também percebeu que a liberdade que possuía poderia ter um preço alto demais. A subjetividade humana é incontrolável. 


Quem então se proporia a entender isso? A Psicologia.
O cientista precisa ter o mínimo de controle de sua subjetividade para não interferir no conhecimento científico. Este ser humano tinha  a ilusão de controlar as emoções humanas. O projeto se definia em um sujeito que através da razão mantivesse suas emoções sobre controle – o SUJEITO EPISTÊMICO PLENO – sede, fundamento e fiador de todas as certezas.


AS DUAS RAÍZES DA PSICOLOGIA

A Idade Moderna com seu movimento chamado de Renascimento foi um período extremamente importante para a Psicologia e todas as ciências.  Os feudos se abrem e passam a inevitavelmente admitir a possibilidade de liberdade e movimentação das classes; ainda que inicialmente de maneira moderada. Agora há possibilidade de trânsito tanto geográfico como social como existencial.



O ser humano deixa de ser passivo para ativo.  A valorização do homem e de seu individualismo. Neste momento em que o homem vai se deixando levar pelas novidades que sua liberdade lhe trouxe, vê a oportunidade de compartilhar e defender suas idéias, tomando para si a responsabilidade de comprovar aquilo em que acredita, utilizando não somente palavras ao vento, mas provando através de experimentos (empirismo). Ou seja, a verdade deixa de ser imposta pelos antigos detentores do poder para ser questionada através de perguntas que podem ser respondidas objetiva e quantificadamente.


Entendemos assim que a Psicologia tem duas raízes principais: a Filosofia e a Ciência (fisiologia).


quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

IDADE MÉDIA E A PSICOLOGIA

Idade Média (séc. XV). Foi um período chamado de Idade das Trevas, pois os estudos de artes, filosofia, foi reduzido pela organização social que se concentravam nos feudos.



Feudalismo para quem não se lembra, eram grandes propriedades rurais cercadas por muros onde haviam sociedades que se dividiam em senhores e servos. Tudo era determinado. Nascia-se, crescia-se, movia-se e morria-se servo ou senhor. Não havia maneiras de mudar de classe social como hoje.
A produção cultural, filosófica e artística não acontecia, pois a preocupação era com a agricultura e seus afins. O cristianismo (não em sua verdadeira essência como quero deixar bem claro, já que se fosse como Cristo seu fundador ensinou, seria bem diferente) cresceu e dominou o território, o conhecimento e o poder. Quem detinha todos esses conhecimentos era o clero.


Depois das Trevas surgiu a Luz – o Renascimento, Iluminismo.